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Reforma política: briga de Gomes e Cunha é o signo da urgência

Os que comemoram nesta imagem, não o fazem pela vitória de um projeto político, mas apenas pela certeza de vantagens e achaques ao governo e ao dinheiro público

Os que comemoram nesta imagem, não o fazem pela vitória de um projeto político, mas apenas pela oportunidade de obtenção de vantagens e achaques ao governo e ao dinheiro público

A crise que ronda o país, não é apenas de fundo econômico, apesar dos ajustes que o governo precisa fazer para enfrentar uma resiliente crise mundial.

A crise é de representação política.
É do esgotamento de um sistema que não representa dezenas de milhões, principalmente no Parlamento, onde são votadas leis que interferem na vida de todos os brasileiros.

O desabafo do ex-ministro Cid Gomes contra deputados que achacam o governo e o país e, em especial, contra o atual presidente da Câmara, Eduardo Cunha, representou o brado desejado de milhões que são sub-representados no Parlamento.

As vicissitudes de um sistema político/partidário que coloca a margem seus eleitores e serve aos interesses de seus financiadores, precisam ser interrompidas.

Só a sociedade pode reverter este quadro terrível de descaso do poder legislativo.
Não será a presidenta Dilma, isolada e chantageada por deputados achacadores de sua própria base, quem conseguirá, sozinha, reverter esta situação.

As urnas elegeram a continuidade de um projeto econômico e social há mais de uma década vencedor, mas, ao mesmo tempo, colocaram no Congresso, em maioria, deputados antagônicos ao projeto de Dilma.

Sujeitos como Cunha, Bolsonaro e Feliciano, foram eleitos com expressivas votações.

Erra a sociedade quando apenas direciona suas reclamações e críticas contra a presidenta.
Dela deve-se cobrar medidas de combate a corrupção e a flexibilização das tais medidas de ajustes, para que não penalizem os mais pobres de maneira pesada.

Mas é do Congresso que deveria estar sendo exigida a maior parte da fatura desta crise política.

São as senhoras e senhores deputados e senadores que deveriam discutir a saída para os entraves políticos. Mas se recusam, porque apostam no desgaste de Dilma com o prolongamento da crise.

A saída?

A reforma política é o caminho mais curto para esta travessia.
A extinção das doações de empresas às campanhas, a primeira medida moralizadora das eleições.

Fora disso, corre-se o risco de assistirmos a glória de achacadores no Congresso e o eclipse imerecido de um governo que luta para combater os vícios de que tem sido vítima, ao lado do povo brasileiro.

 

*Extraído da página no Facebook, Face da Legalidade!

2 comentários em “Reforma política: briga de Gomes e Cunha é o signo da urgência

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Publicado às 21/03/2015 por em eleições, politica e marcado , , , , , .

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