Palavras Diversas

Desde 2010 observando política, mídia e sociedade

A descarada sabotagem midiática ao Brasil

O afundamento da plataforma P-36 e a morte de 11 petroleiros é uma das grandes obras daqueles que tomaram o púlpito midiático para sabotar o país

O afundamento da plataforma P-36 e a morte de 11 petroleiros é uma das grandes obras daqueles que tomaram de assalto o púlpito midiático e sabotam o país, sistematicamente

O jornalismo que se pratica em economia, é político. Sobre política, dominado por discursos inflamados e inconformados contra ações bem sucedidas deste governo, é partidário.

O Brasil não pode dar certo nas páginas da imprensa corporativa.

A verdade dos fatos não pode ser dita ou escrita, se imperioso for mencioná-la, que seja nos rodapés, de forma discreta, quase imperceptível.

A taxa recorde de ocupação, que provocou o menor desemprego da história não pode merecer destaques, sob o risco de contaminar o espírito empreendedor brasileiro e o país alavancar, bruscamente, o seu desenvolvimento.

A boa atração de nossa economia para os grandes investidores internacionais, sob a real perspectivas de se alcançar, pelo terceiro ano consecutivo, U$60 bilhões em investimentos diretos, não podem ser classificados como algo espetacular ou salutar.  Pelo contrário ficam relegados à dissimulação de analistas, no mínimo, mal intencionados.

Dilma Rousseff encerrará 4 anos de governo com mais investimentos estrangeiros diretos que FHC em 8 anos!

Estes Investimentos influenciam a geração de emprego, uma dado é alimentado pelo outro.

Desacreditar o Brasil, internamente, é o primeiro passo para torná-lo fragilizado e destruir as bases macroeconômicas do governo.  Completa-se a ópera prima dos raivosos do fracasso, com a fuga de investidores e o esvaziamento da capacidade produtiva.  Menos emprego, menos renda, cintos apertados para (quase) todos.

A cantilena da ruína espera provocar tais reveses. Mais até: sabotar o bem estar, construído a duras penas, do povo brasileiro

Apesar do país possuir uma das menores relações dívida pública X PIB, este fato é omitido, inclusive, em publicações especializadas, um acinte!

Pelo décimo ano o Brasil vai cumprir a meta inflacionária e fechar abaixo do teto estipulado pela autoridade monetária.   Mas esta informação é tratada como mero detalhe, elemento desprezível, para ser levado à opinião pública.

Os investimentos em infraestrutura consumirão cerca de R$ 2 trilhões até 2022!

Estes números são enormes e recordes, e assim o são porque o crescimento do consumo, do turismo, da produtividade requerem portos, aeroportos, estradas e estradas de ferro melhores e maiores.

O país é um gigantesco canteiro de obras, terra de oportunidades, para quem investe e para quem trabalha.  As coisas não andam nada fáceis na Europa, por exemplo.

Os imensos recursos financeiros que serão despejados na economia, principalmente via tesouro, refletem, indiscutivelmente, que o país está dando certo, apesar da torcida contrária. E por estar alcançando bons resultados, precisa subir mais degraus e gerar novas oportunidades.

O Brasil ainda não é um país de todos, isto é claro. Falta muito a ser construído, oferecido e consolidado para o povo.

Mas já é uma nação capaz de atender a muito mais brasileiros do que foi até o início do atual século.

Nunca é demais refrescar a memória daqueles que torcem contra que até 2002 o governo não podia investir em infraestrutura, por exemplo, porque isto representava uma piora significativa nas contas públicas, o controverso superavit fiscal.

Quem dizia isso? O Fundo Monetário Internacional (FMI), órgão que coordenava as políticas do Ministério da Fazenda e com acesso direto ao presidente FHC.

Resultado destas ações irresponsáveis: racionamento de energia elétrica em 2001, estradas privatizadas sob contratos excessivamente desvantajosos para seus usuários, portos e aeroportos sucateados e o trágico afundamento da plataforma da Petrobrás, a P-36, com 11 vítimas fatais, entre outros flagrantes casos de incompetência e falta de zelo com o patrimônio público.

Éramos uma nação de apenas um terço de brasileiros, os outros dois terços eram desprezados.

Os que agora vem a público desacreditar o país, são os mesmos que até 2002 faziam apologia de um modelo esgotado e nocivo aos brasileiros.

O que só comprova que o que é publicado atualmente pela imprensa corporativa nada mais é que mero libelo político conservador, seja lá qual for a matéria, com poucas e dignas exceções.

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6 comentários em “A descarada sabotagem midiática ao Brasil

  1. Pingback: PETROBRAS – Luta contra forças internas e externas. | petroleiroanistiado

  2. Pingback: Sabotagem contra a Petrobras, razões interna e externa | Palavras Diversas

  3. Leiam e assistam oque era e como está hoje. Só não enxerga quem não quer e quem é pessimista por natureza.

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  4. Pingback: A descarada sabotagem midiática ao Brasil | EVS NOTÍCIAS.

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  6. valter moreira figueiredo
    19/12/2013

    Os tucanos com essa Mídia atrasada quebrou o BRASIL 3 VEZES e ficam enchendo o saco.

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