Palavras Diversas

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“Previsões” forjadas: racionamento, inflação e oportunismo eleitoral

Miriam Leitão segue como ícone da falsificaçaõ de cenários econômicos do Brasil. Sua dura missão é contrapor fatos positivos com gráficos pouco confiáveis...

Miriam Leitão segue como ícone da falsificação de cenários econômicos do Brasil. Sua dura missão é contrapor fatos positivos com gráficos pouco confiáveis…

Algumas arestas a aparar, para fechar o ano sem sobras:

“Racionamento de energia elétrica”

Pois bem, o que houve com os urubus que “previram” um racionamento iminente de energia elétrica em janeiro deste ano?  Nada.  Pelo menos mantiveram seus empregos e permaneceram desempenhando as funções de abutres da economia brasileira.

Miriam Leitão, Eliane Cantanhede e outros menos eficazes analistas midiáticos só não foram capazes de cravar a redução da conta de energia elétrica, que, apesar de fragilizar as empresas públicas do setor, revigorou o setor produtivo e beneficiou as famílias brasileiras.

“Inflação descontrolada”

A inflação do tomate foi noticiada como o tiro fatal para a queda do ministro da Fazenda, Guido Mantega.  A inflação iria estourar o teto da meta em 2013, ou seja ultrapassar os 6,5%.  O preço do tomate recuou e os preços, em geral, se comportaram melhor no segundo semestre e devem fechar o ano em torno de 5,8%, dentro da meta pelo 10º ano consecutivo!

Oportunismo desautorizando analistas políticos

Por outro lado, não posso me furtar de comentar sobre “análises” que garantiam que Eduardo Campos se manteria fiel a Dilma e Lula e apoiaria a reeleição da presidenta, de olho em 2018.  Quem sabe um “bico” de Vice-Presidente da República?  Alguns Jornalões cravaram a tese da chapa Dilma-Campos, visando, claro, desestabilizar a aliança PT-PMDB.  Blogueiros famosos imaginavam que Campos ciscaria dentro do terreiro governista esperando sua vez chegar.

Ninguém contou com o lance oportunista e midiático do governador de Pernambuco: lançou-se candidato de oposição, apesar de ter sido governo até 2013, carregando consigo o apoio de Marina Silva e se auto intitulando, a “novidade” na política. O seu mote político, nada criativo, remete a José Serra em 2010.

O fato concreto é que nem tudo era previsão, mas “afirmações categóricas” que mais serviram para tentar forjar cenários, que pudessem fazer prosperar vaticínios irresponsáveis e descolados da realidade vigente.

Isto prova como é duro o trabalho de quem tem como missão maior,  distorcer a verdade em busca de simulacros pouco críveis.

Porém, a vida, destes agentes da desinformação e do descompromisso com a verdade, é doce.  Apesar dos sucessivos erros em seus juízos, pouco ajuizados, mantém-se estáveis em seus empregos muito bem remunerados e ainda dispõe de grande espaço na mídia para produzir seus pitacos sobre tudo-um-pouco.

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2 comentários em ““Previsões” forjadas: racionamento, inflação e oportunismo eleitoral

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