Palavras Diversas

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Tributo a desmemória dissimulada de FHC e seu cinismo franco

Em 42 segundos, Joelmir Betting apresentou no Jornal da Band de 28/10/10,  alguns dos principais indicadores que confirmam o Novo Brasil de 2010

*Este texto foi publicado originalmente em 29 de outubro de 2010 e faz a comparação do Brasil que FHC entregou a Lula em 2002 e o Novo Brasil que Lula entregaria a Dilma alguns meses depois.

Joelmir Beting em sua coluna no Jornal da Band deu a deixa para este artigo, com análise embasada nos dados econômicos e sociais que dispunha.

Este flash back é um “tributo” ao resgate da memória do triste período do governo tucano de 1995 a 2002. FHC andou escrevendo coisas em seus púlpitos midiáticos que não condizem com a verdade dos fatos. Exime-se de seus erros crassos contando com o auxílio prestativo da grande imprensa, às custas de um esquecimento coletivo forçado por uma política editorial que tenta forjá-lo estadista.

Nem assim, FHC…

“O Brasil que vai as urnas domingo é um outro país, muito diferente daquele que foi votar em final de outubro de 2002.

Aquele era um país desacreditado, recém saído de um racionamento de energia elétrica que durou longos oito meses em 2001 (o mal falado “apagão”), que causou estragos a economia do país, perda de milhões de postos de trabalho e a ruína de um modelo político defasado.

O Brasil de 2002 vivia sob desconfiança internacional, seus papéis eram desvalorizados nos mercados mundiais, o desemprego presente na vida das famílias brasileiras.
O país não tinha perspectivas imediatas de superar a recessão vivida pelos oito anos do governo FHC.
A Petrobrás ainda não era capaz de atender a demanda interna de energia e importava petróleo, nossas reservas internacionais eram insuficientes para proteger o país de qualquer turbulência internacional, o comércio exterior muito modesto e concentrado nos negócios com a Europa e, principalmente, com os Estados Unidos.
A indústria naval subsistia e subempregava.
Não havia esforço ou interesse na integração sul americana ou no fortalecimento do Mercosul, éramos reles prepostos dos interesses dos norte americanos na região.
O país obedecia, fielmente, o receituário amargo do FMI: arrocho salarial, superavits crescentes, cortes drásticos dos gastos públicos em todas as áreas, inclusive em saúde e educação, privatizações de empresas públicas a preços de banana e financiadas com dinheiro público…Enfim, o Brasil vivia à beira do abismo da ruína econômica e social, causado por todo um processo que dominou a agenda política da América Latina nos anos 1990 e custou muito caro aos povos mais pobres das Américas.

O que esperar? Qual o horizonte no pós 2002?
Não preciso expor números e dados comparativos entre o que é o Brasil de hoje e este que relato acima, em pequena parte do que, tristemente, fomos.
Este Brasil de hoje vai muito além de todos os dados favoráveis que representa para a melhoria das condições econômicas e sociais do povo.
É um país que se pode esperar por dias ainda melhores, nas perspectivas de condições favoráveis para continuar cuidando de quem precisa, de continuar atacando os muitos problemas que ainda persistem.
Este Brasil de hoje, que vai as urnas no próximo domingo, é o país da esperança e que pertence ao brasileiro, de fato e de direito.
Existe centenas de números de indicativos sociais e econômicos que transformam aquele Brasil de 2002 em uma amostra ínfima do que é o Novo Brasil que surge e se afirma no cenário mundial e se sustenta na força produtiva de sua gente.

Se a dúvida persistir, confira AQUI alguns dos principais indicadores entre o Brasil de 2002 e o Novo Brasil de 2010.
O Brasil de hoje não se compara com aquele Brasil de 2002, porque é muito melhor, não há como retroceder e deixar para trás conquistas tão caras a todos.
Este post reafirma a confiança de que somente com Dilma Rousseff o país continuará o esforço que o governo Lula começou para torná-lo ainda mais justo e fraterno.

3 comentários em “Tributo a desmemória dissimulada de FHC e seu cinismo franco

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  3. Só para não ter duvida alguma em quem votar.

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