Palavras Diversas

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Dilma garante: regime de partilha não muda

Leilão do campo de Libra é vitória de Dilma, aos derrotados restam as páginas e telas da imprensa entreguista 

Segundo publicação do jornalista Kennedy Alencar em seu blog, a presidenta Dilma, desmentindo boatos veiculados pela grande imprensa, não mudará o regime de partilha do pré-sal após o leilão do campo de Libra.

Na iminência da derrota de poderosos interesses, que trabalharam diuturnamente para tentar cancelar o leilão de gigantesco campo de exploração do pré-sal, Folha de São Paulo e O Globo, plantaram informações, segundo “fontes que nunca se identificam”, que após o certame, o regime seria flexibilizado para atrair empresas privadas do setor.

Em pronunciamento agora a pouco, Dilma tratou de colocar os pingos nos “is” e combateu a campanha desinformativa acerca do resultado do campo leiloado sobre a soberania nacional pós leilão e refutar a tese de que se tratou de privatização do petróleo.

Libra vai gerar receitas superiores a R$1 trilhão e a maior parte desses recursos vai ser canalizada para financiar a educação e a a saúde pública, conforme a recente aprovação da lei de royalties no Congresso, de autoria do governo.

De fato, Dilma saiu-se vencedora.

Aos derrotados servem as páginas e telas da imprensa entreguista a cargo de seus “consultores” especializados.

Dilma não mudará regime de partilha

A presidente Dilma Rousseff não vai mudar o modelo de regime de partilha, fórmula que foi utilizada hoje no leilão do campo de Libra. Segundo ela, o resultado do leilão confirma o sucesso do modelo.

Dilma deixou claro nas avaliações que fez ao longo da tarde que considerava um erro a opinião manifestada por setores do governo e da ANP (Agência Nacional do Petróleo) sobre uma eventual mudança do modelo de regime de partilha nos próximos leilões do pré-sal.

Para a presidente, era uma questão de honra deixar a Petrobras com 40% do consórcio, objetivo atingido. Na visão dela, a participação de duas gigantes privadas do petróleo, a Shell e a Total, rebatem as opiniões de que haveria um desinteresse comercial devido às regras do novo marco regulatório do petróleo no Brasil.

A subida do preço das ações da Petrobras também seria uma resposta nesse sentido, acredita a presidente. Por último, a participação chinesa aconteceu nos moldes desejados pelo governo. O capital chinês será fundamental para financiar a exploração da maior reserva do pré-sal.

Kennedy Alencar

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