Palavras Diversas

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Pessimismo político e midiático tenta destruir economia do Brasil

Pessimistas esperam o pior para melhorar seus horizontes políticos... Talvez seja o caso de receitar Vigonal para editorialistas do derrotismo na imprensa e na política

Pessimistas anseiam pelo pior na economia para melhorar seus horizontes políticos… Talvez seja o caso de receitar Vigonal para os editorialistas do derrotismo na imprensa e na política, como Leitão, Aécio e Freire…

Durante meses a realidade econômica brasileira tem sido atacada por uma onda de pessimismo para torná-la, artificialmente, menor do que é.

Após o factóide do iminente racionamento em dezembro de 2012, em que 9 em cada 10 “especialistas” da imprensa afirmavam que não haveria oferta de energia elétrica suficiente para dar conta da demanda, o que se viu foi a inédita redução do custo da energia elétrica. Outros embustes foram lançados, mas também não se confirmaram.

Talvez apenas Aécio Neves e Roberto Freire, em seus horário políticos, ainda sustentem, com tanto vigor a campanha pessimista sobre o Brasil, ignorando a realidade que se mostra firme.  O Brasil cresce, menos do que poderia, mas cresce mais do que outros países do planeta que possuem economia diversificada e pujantes como a brasileira.  O país é, atualmente, um dos líderes mundiais de oferta de emprego e renda do trabalhador.

O colaboracionismo editorial que pauta a imprensa especializada em economia e o entusiasmo com que políticos da oposição aderem a fabricação contínua de noticiários que tentam desanimar os brasileiros e o mundo sobre a real situação do Brasil, comprovam que uma facção alimenta a outra e subsistem pelo derrotismo que tentam construir, única cartada, a esta altura das disputas eleitorais que se avizinham, para tentar mudar um rumo já bastante consolidado.

O que economistas, aqueles que tentam engabelar o empresariado e trabalhadores, aconselham como o melhor remédio para resolver questões fictícias, são, em doses efetivas, aquilo que iria mudar nossa realidade para pior.  Ou seja, as coisas vão bem, mas acham que vai mal, logo se for feito aquilo que receitam, as coisas realmente ficariam ruins…

O crepúsculo das economias espanhola e grega são o resultado claro daquilo que estes “conselheiros político-econômicos” do contra prescrevem agora para o Brasil, que não apresenta nenhum sintoma de crise econômica a vista para se sujeitar a um ajuste neoliberal, que só piora o estado de saúde do doente…

A Grécia, por exemplo, vem sendo obrigada a cumprir um plano de ajuste imposto pelo FMI em doses cavalares, como a diminuição dos investimentos sociais absurdos, registrou o maior índice de desemprego em sua história recente, conforme noticiado no site Yahoo Finanças esta semana:

“A taxa de desemprego da Grécia atingiu o nível recorde de 27,9% em junho, ante 27,6% em maio e 24,6% em junho de 2012, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela agência de estatísticas do país, a Elstat.

O avanço do desemprego na Grécia é particularmente decepcionante diante da constatação de que a taxa média na zona do euro vem se mantendo em 12,1% há quatro meses consecutivos e de melhoras no mercado de trabalho da Espanha e Portugal no segundo trimestre ante os três meses anteriores.”

E quem mais padece com uma crise de tamanha dimensão e sofrimento social? Os mais jovens, que sem empregos e horizontes, desmantelam famílias e se tornam presas fáceis da criminalidade.

Estes são os resultados mais aparentes dos conselhos sapientes dos doutores editorialistas da economia publicada, exatamente como ocorre na Grécia atualmente e que já nos ocorreu até o final dos anos 1990… O Brasil vai bem, mas o quadro pintado é sombrio, justamente para tornar o país estagnado e justificar os atuais vaticínios colaboracionistas.

No mesmo Yahoo Finanças, segundo a consultoria Manpower, o Brasil lidera expectativas de emprego para o terceiro trimestre na América Latina, apesar das previsões internas catastróficas para um recuo da economia no próximo trimestre…

“Panamá, 10 set (EFE).- O Brasil e o Panamá lideram as expectativas de emprego para o último trimestre deste ano na América, onde as tendências mais débeis foram registradas na Argentina, Canadá e Costa Rica, segundo uma pesquisa divulgada nesta terça-feira na capital panamenha pela empresa “Manpower”.

A pesquisa foi realizada com 65 mil empregadores de 42 países no mundo, que responderam uma única pergunta. “Vocês pensam em aumentar o quadro de funcionários da empresa entre outubro e dezembro?”.

Para o período em estudo, o Panamá, com uma expectativa de emprego líquida de 24%, fica em primeiro na América e terceiro no mundo, superado de longe por Índia e Taiwan com 41% e 35%, respectivamente.

Em comparação com o trimestre anterior, o país centro-americano repete a taxa de 24%, mas substitui o Brasil no primeiro lugar, porque nesse país a expectativa de emprego para os últimos três meses caiu de 28% a 19%…”

Brasil real e artificial se misturam nos discursos políticos e nas manchetes de uma imprensa que joga contra o país, o pessimismo rancoroso espreita a estabilidade econômica, construída a duras penas nos últimos anos, após o país ter quebrado 3 vezes e ter se submetido ao receituário recessivo do FMI durante o governo FHC.

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