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Patriota vai tarde, caso da embaixada brasileira em La Paz é obscuro

Roger Pinto Molina, senador boliviano, acusado de 20 crimes em seu país escapou da Bolívia com a ajuda da embaixada brasileira em La Paz.  Patriota caiu e crise diplomática criada

Roger Pinto Molina, senador boliviano, acusado de 20 crimes em seu país escapou da Bolívia com a ajuda da embaixada brasileira em La Paz. Patriota caiu e crise diplomática é gerada

O que poderia explicar o apoio e a logística de funcionários do Itamaraty e militares brasileiros para dar fuga a um político boliviano, o senador Roger Pinto Molina, que responde por dezenas de crimes em seu país?

Este obscuro episódio merece ser averiguado com minúcias para se saber o porquê de um senador corrupto, de uma nação amiga, ter recebido asilo político desde 2012 na embaixada brasileira em La Paz e, pouco mais de uma ano depois, ter conseguido escapar da justiça de seu país com a ajuda do encarregado de negócios da embaixada do Brasil na Bolívia, Eduardo Saboia.

Vergonhoso ato que embaraça as relações diplomáticas entre os dois países e mancha o histórico do Itamaraty.

Antônio Patriota não teria outro caminho a não ser o de se demitir.

Dilma não outro senão o papel de aceitar a demissão e substituí-lo tão logo.  Luiz Alberto Figueiredo Machado, representante do Brasil na ONU será o novo Chanceler brasileiro.

O Brasil deve desculpas ao povo boliviano.  Patriota, mesmo não tendo tido participação no caso, não deveria receber o prêmio de dirigir a missão brasileira na ONU, como definiu o governo.

Confira trecho publicado no  Opera Mundi:

Acusado de 20 crimes, Pinto estava na embaixada brasileira em La Paz com o status de asilado desde o dia 28 de maio de 2012. Ele entrou dizendo ser um “perseguido” político do governo de Evo Morales, que, por sua vez, negou a alegação.

Leia mais:
Itamaraty promete investigar ingresso de senador boliviano no Brasil

Até este final de semana, ele não tinha conseguido deixar a embaixada pela falta de um salvo-conduto, que as autoridades lhe negaram, sustentando que deve responder a essas acusações de corrupção. No sábado, ele chegou ao Brasil escoltado por militares brasileiros, por ordens do encarregado de negócios da embaixada do Brasil, Eduardo Saboia, segundo foi divulgado hoje.

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