Palavras Diversas

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Apoio popular à Dilma é recorde, imprensa perde outra e oposição é nocauteada

Aprovação de Dilma cresce e alcança novo recorde.  Economia e ações moralizadoras a tornam ainda mais popular e seu governo melhor reconhecido

Durante os seus 15 primeiros meses o governo Dilma foi massacrado midiaticamente e envolvido em uma sequência de “crises” em seu ministério, com a saída de alguns de seus titulares sob suspeita e fuzilados, impiedosamente, pela imprensa.
O governo não parou, continuou com maioria no parlamento e colhendo ótimos resultados na economia e no combate aos malfeitos.
Os adversários do governo acreditaram na tese do sufocamento midiático para fazer cair o apoio popular à presidenta, mas creio que a “agenda de crise”, que a oposição e a imprensa conservadora encenaram diariamente, sem trégua, foi justamente a oportunidade para Dilma apresentar-se ao povo brasileiro, e fazer a grande maioria crer que seu governo tem sua própria maneira de tratar das coisas políticas e aparar as arestas.  Serviu para garantir a construção de uma identidade que os brasileiros apoiam.
A armadilha que montaram para a presidenta serviu para catapultar sua popularidade.

Não por acaso o PR anunciou o seu retorno a base do governo, formando uma frente no senado com o PTB.
Ou seja, perceberam que a chantagem que impuseram a Dilma para manter o apoio no Congresso em troca da imposição de suas vontades para indicação de ministros, deve ter contribuído, fortemente, para que estes resultados que a pesquisa CNI-Ibope revelaram hoje serem tão satisfatórios ao governo.
Na política não tem coincidência, os partidos tem acesso a informações antecipadas de pesquisas de opinião pública e o PR resolveu, aconselhado pela voz do povo, recolher, por hora, suas pretensões mais ambiciosas e se enquadrar dentro da coalizão que mantém a base de sustentação do governo Dilma.

Estes números também desmentem e desmoralizam, ainda mais, as análises catastróficas produzidas pela grande mídia sobre o futuro político da presidenta Dilma e a, “inevitável”, perda de capacidade de dialogar com as diferenças dentro da base.
A pesquisa divulgada também consolida o acerto das mudanças de interlocutores no parlamento e freia o assanhamento da oposição, no momento afogada em um grande escândalo e sangrando no campo onde tentava fazer todos acreditarem que podia fazer sangrar os políticos governistas… Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres, Marconi Perillo, Stepan Nercessian, DEM, PSDB e PPS afundam-se e o governo Dilma alavanca seu apoio popular e torna-se ainda mais forte para o enfrentamento político, dentro e fora de seus redutos.
A imprensa conservadora perde mais uma, o saldo fica ainda mais negativo.

Dilma cresceu com vigor na Região Sudeste e na Região Nordeste, os mais pobres são a grande maioria dos que a apoiam, para contrariedade e desespero dos seus adversários.

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Publicado em 04/04/2012 por em Uncategorized.

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