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Redução da desigualdade, PIB e o êxito da primeira mulher presidente

Dilma na Alemanha, na presença da chanceler Merckel, defendeu a economia emergente mundial e repreendeu a irresponsabilidade fiscal dos países desenvolvidos

Apesar de toda a extensão e gravidade da crise européia que quase desintegrou a economia grega e afetou drasticamente a Espanha, Portugal, Irlanda e Itália, somado a recuperação lenta e tímida da maior economia do planeta, o Brasil conseguiu apresentar um crescimento de seu PIB em 2,7% ano passado.

O número não é chinês, mas é sustentável e, de acordo com a política monetária que o governo adotou nos primeiros meses, pode ser considerado exitoso.
Não pelo valor absoluto.
Mas pelos dados relativos que estiveram presentes no saldo de 2011.
Dilma, em seu primeiro ano de mandato, administração histórica por representar, pela primeira vez, a ascensão da mulher ao cargo mais importante da república, não precisou comemorar, apenas, a frieza do valor do PIB brasileiro, superior a R$ 4,14 trilhões ou fato de que este resultado confirma a ultrapassagem da soma das riquezas brasileiras sobre o Reino Unido.  O Brasil hoje é a sexta maior economia do mundo.
Dilma e o governo comemoram o fato mais importante.
O país cresceu menos que o esperado, mas cresceu gerando e distribuindo mais riquezas.
O Brasil atingiu em 2012 o menor nível de desigualdade desde 1960, apesar da crise na Europa,  segundo projeções da FGV a desigualdade continuará recuando e poderá levar o índice Gini a 0,51407 em 2014. “A má notícia é que ainda somos muito desiguais. Mas a queda é espetacular e deve continuar”, afirmou Marcelo Neri, pesquisador da FGV.

A desigualdade recuou cerca de 8% apenas em 2011, ritmo três vezes mais rápido do que o da meta do milênio da ONU.  O país cresceu moderadamente, mas a redução da pobreza e da miséria ocorreu de maneira muito mais acelerada.
Em 2014 Dilma comporá um cenário que pesquisa alguma seria capaz de prever antes de 2003:  A nova classe média brasileira, também conhecida como classe C, será composta por mais de 60% da população do país e, desta maneira, o Brasil poderá ser reconhecido como um país formado por uma ampla maioria da classe média, considerando também os cerca de 15% das classes A e B, que também permanecem crescendo.
Dilma mostrará ao mundo um país transformando-se em grande velocidade, com 3 entre 4 pessoas de sua população com situação financeira mais confortável, movimentado bilhões de reais anualmente no mercado interno e tornando o colchão anti-crise brasileiro muito mais eficaz.
Estes dados publicados, como o crescimento do PIB, relativizado pelo contexto internacional de retração econômica, a significativa redução da desigualdade e a constatação de que o país cresceu menos, mas distribuiu mais riquezas, demonstram a total capacidade gerencial da mulher brasileira, aliada a sensibilidade social.  Dilma, ainda terá muito o que fazer, as contas precisam fechar para atender ainda mais pessoas, mas o fato é que o seu governo apresentou um PIB de qualidade.

Com informações da Agência Estado

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Um comentário em “Redução da desigualdade, PIB e o êxito da primeira mulher presidente

  1. Esdras Neto
    09/03/2012

    Acredito que estamos no caminho certo e aida mais com uma mulher no poder, pois a sencibilidade da mulher é muito maior que a do homem para visão do mundo e da sociedade.

    Curtir

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Publicado em 08/03/2012 por em dilma rousseff.

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