Palavras Diversas

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Brasil segue o bom enredo do crescimento com mais emprego e renda

Este documento continua em alta no mercado de trabalho brasileiro.  Enquanto isso Europa e EUA aplicam políticas recessivas sobre o trabalhador

O IBGE divulgou em sua pesquisa mensal de desemprego que o mês de janeiro de 2012 registrou a menor taxa de desocupação desde que a nova metologia foi implantada em março de 2002.

O índice registrado foi de 5,5%, 0,8 p.p. acima de dezembro, avanço normal, mas 0,6 p.p. abaixo do recorde anterior para o mês, alcançado em janeiro passado.

Não só isso: a renda do trabalhador cresceu, pois o rendimento médio chegou R$ 1.672,20, o valor mais alto para o mês de janeiro desde março de 2002.

Em recente matéria publicada no Jornal do Brasil, foi analisada a situação do país pós crise econômica de 2009 para cá.

A conclusão é de que o Brasil soube superar as adversidades que até hoje penalizam os povos da Europa e Estados Unidos. Na Espanha a taxa de desemprego é recorde, assim como na Itália, Portugal e Grécia. Trabalhadores estão perdendo direitos trabalhistas consolidados por conta de ajustes neoliberais que atingem duramente os mais pobres.

Apesar da matéria ajuizar que a crise atingiu seriamente o país em determinado período, mais especificamente em 2009, Lula estava correto: o tsunami que ainda varre as economias do velho mundo e dos Estados Unidos, foi apenas uma marolinha por aqui.

Os dados que são, sucessivamente, divulgados que demonstram avanço do emprego, da renda e das condições sócio-econômicas da população brasileira, são provas cabais do caminho certo que o governo vai trilhando.

Você já leu?

Muito ainda há o que melhorar, mas há que se considerar que muito tem sido realizado até este momento.

Confira texto do JB:

Brasil foi “muito afetado” pela crise econômica, mas reagiu fortemente
Quando o tradicional banco americano Lehman Brothers anunciou sua falência em setembro de 2008 e, consequentemente promoveu o início da crise do Subprime, o Brasil vivia um momento de crescimento acelerado.


O aumento na oferta de crédito, associada às políticas de distribuição de renda e a austeridade fiscal fortaleceram o mercado interno. A expansão da classe-média promoveu um forte consumo e o PIB brasileiro já registrava taxas de crescimento de 7 a 8% nos primeiros meses do ano.


Mas a falência de outros bancos americanos expôs a fragilidade do mercado. A aposta dos grandes acionistas em transações arriscadas e o forte déficit sob o qual as potências europeias operavam colocou todo o sistema em risco. A bolha imobiliária americana desencadeou a crise. E as relações interbancárias mundiais, essenciais para um sistema financeiro saudável, alastraram o problema por toda a Europa, derrubando país por país.


No Brasil, os mercados operavam apreensivos. As conseqüências da crise pareciam irremediáveis. O então presidente Lula chegou a mencionar que a crise seria “apenas uma marolinha” no país. Porém, o impacto foi muito forte, afirma o professor Paulo Levy, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).


“A produção industrial foi o setor que mais sofreu naquele momento. Com a crise, a produção caiu em 20% em apenas três meses, e os investimentos diminuíram muito”, afirma.


O motivo da retração, segundo o especialista, foi a contração do crédito e principalmente o aumento da incerteza em relação ao futuro.


“Na época da crise, tudo parecia que ia desmoronar, e os investidores operavam com muita cautela. Houve redução na demanda para investimento na indústria, que caiu 10% e depois 13% nos últimos trimestres do ano”, relembra.


Para combater as conseqüências da crise, o governo aplicou uma política fiscal e monetária expansionista, que incentivou o consumo e a produção nacional, afirma o economista.


“O governo baixou os juros rapidamente, que saiu de 13% para 8,5% ao ano. Também diminuiu o imposto sobre o consumo, promoveu a expansão do crédito e reduziu os empréstimos compulsórios, medidas que facilitaram para que a economia brasileira voltasse ao ritmo de crescimento anterior”, analisa.


Segundo Levy, a política de austeridade fiscal e monetária promovidas pelos governos anteriores foram fundamentais para o fortalecimento e a recuperação do Brasil.


“Isso criou uma economia forte, que possibilitou essa política expansionista na hora que foi preciso. Por isso, os brasileiros nem chegaram a sentir, ou sentiram muito pouco os efeitos da crise”, relembra o professor.


A economia brasileira reagiu tão fortemente quanto o impacto da crise. A taxa de desemprego chegou a 9% em março de 2009, mas logo voltou a recuar e fechou o ano em 8,1%.


A produção industrial retomou o seu rumo de crescimento já no segundo trimestre de 2009 e, embora o PIB nacional tenha terminado com uma leve recessão de 0,2%, a economia cresceu fortemente em 2010 e expandiu 7,5%, uma das maiores taxas registrados no mundo.

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Um comentário em “Brasil segue o bom enredo do crescimento com mais emprego e renda

  1. Esdras Neto
    19/02/2012

    Isso devemos ao meu ver dar graças e glória ao nosso Presidente da época o nosso queridíssimo “Lula”pois se não fosse esse “cabra” de visão, nós estávamos no mato sem cachorro.

    Curtir

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Publicado em 17/02/2012 por em dilma rousseff, economia.

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