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Equação de Dilma: Educação = Distribuir renda + garantir o futuro

Prouni permite a redução de desigualdades e a geração de melhores oportunidades para os mais pobres.  O DEM já quis acabar com este programa…

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que o desenvolvimento do país passa pela educação, ou seja, pelo investimento contínuo e robusto do Estado nesta área.
Desde Lula, o governo brasileiro tem ampliado investimentos em educação, principalmente no ensino superior, com a democratização do acesso pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e pelo Programa Universidade para Todos (Prouni). Programas que disponibilizam mais de 300 mil vagas abertas desde o início do ano.

A presidenta fez o chamamento: “O desenvolvimento do país depende da educação e por isso esses programas são tão importantes, são tão estratégicos para o jovem, para a sua família e, sobretudo, para o Brasil”, disse. “Nossa intenção é garantir a todos os jovens que queiram frequentar a universidade uma chance, uma oportunidade”, completou.

Pois bem, hoje já haviam mais de 630.001 candidatos interessados nas 195 mil bolsas de estudo lançadas para o primeiro semestre deste ano.

São Paulo, com 244.553 candidatos é o estado com maior número de inscritos, seguido por Minas Gerais, 140.571; Rio de Janeiro, 82.956; Bahia, 82.401, e Rio Grande do Sul, 81.174 .

O governo estabeleceu critérios por faixas de renda per capita para os postulantes ao Prouni, favorecendo os mais pobres, aqueles que não tinham apoio do Estado brasileiro para alcançar o ensino superior.

98 mil bolsas são integrais e 96 mil, parciais, que custeiam 50% da mensalidade. O benefício integral é destinado para pessoas com renda familiar per capita mensal de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais podem ser pleiteadas por quem tem renda familiar per capita de até três salários mínimos.

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Apesar de toda a campanha político/midiática contrária à essas políticas por parte de setores pouco compromissados com ensino público, em quantidade e qualidade, o ensino público superior avança.

Os que se levantam para condenar a oferta de mais vagas nas universidades públicas brasileiras usam o velho e carimbado discurso neoliberal de que o governo incha o Estado com gastos crescentes.

Já outros, ou os mesmos, que reclamam da oferta de bolsas em universidades privadas, dizem que o governo deveria estar investimento este dinheiro nas entidades públicas de ensino… Os discursos são desencontrados e contraditórios e demonstram que estes grupos não se importam com o debate oportuno do desenvolvimento nacional, mas apenas estão atentos as oportunidades políticas de contrapor ações, seja lá qual for, sem compromisso com o povo ou com a verdade.

O problema para os azedos críticos da democratização do acesso ao ensino superior é que estas ações ficam marcadas na vida das pessoas, principalmente daqueles que não poderiam estudar e possuir diploma até bem pouco tempo atrás (mais precisamente até o governo FHC), e orgulhar suas famílias e iniciar um novo ciclo de oportunidades em seu núcleo familiar mais próximo.
Este é um ganho que não se retira das pessoas, por mais discursos raivosos e preconceituosos que possam ser propagados na imprensa ou nos púlpitos parlamentares.

O país passou muitas décadas negando chances para os mais pobres, principalmente na educação pública, iniciativas espetaculares como os CIEPS de Brizola e Darcy Ribeiro, popularmente conhecidos como “brizolões”, foram esquecidos por governos que deveriam tê-los incrementados.

As ações implementadas pelo governo não devem ser vistas apenas como programas de governo, mas reconhecidas como políticas de Estado, necessárias para corrigir, a médio prazo, distorções educacionais históricas, oferecendo ao maior número de pessoas, principalmente aos mais pobres, a possibilidade de possuir as ferramentas adequadas para realizar seus sonhos e se tornarem agentes da construção de um país mais justo.

A presidenta Dilma, sintetizou aquilo que o país, governo e sociedade devem olhar com mais atenção: “A educação é a principal ferramenta para a conquista dos sonhos de cada um e também para que o Brasil continue crescendo, distribuindo renda, para que seja um país de oportunidade para todas as pessoas. Nada é mais importante que a educação quando se trata de distribuição de renda e de garantia de futuro”.


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Publicado em 16/01/2012 por em dilma rousseff.

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