Palavras Diversas

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Ah os conservadores: para Piñera, Pinochet não foi ditador, mas é obrigado a recuar

Piñera recua no revisionismo histórico, mas deixa a máscara cair

No Chile o governo liberal de Piñera inventou de revisar a História recente de seu país e decretou que a sangrenta ditadura de Pinochet foi apenas um “regime militar”.

Tal como ocorre por aqui, em que, geralmente, a ditadura militar brasileira é lembrada apenas como uma “revolução” e que em 1964 não houve um golpe de estado, planejado e executado pelas elites e setores conservadores da sociedade civil organizada, abençoados pela diplomacia norte americana e saudada, desde o seu primeiro dia,  por alguns órgãos de comunicação em massa do país, como as Organizações Globo…
Em primeiro momento “noticiaram’ que João Goulart havia “renunciado” ao cargo e se exilado no Uruguai… Lembra o caso da “renúncia” de Chávez na Venezuela, analisada pela palpiteira mor de assuntos gerais, Miriam Leitão.  Não por acaso revelam a peculiar maneira de operar das elites e da imprensa que os representam…
 
Piñera recuou e saiu, de fininho, pela direita, após essa enorme trapalhada.

 
Confira matéria do Sul 21:
 
Chile recua e permitirá que professores usem a palavra “ditadura”

Em função da repercussão negativa da medida que eliminava a expressão “ditadura militar” dos livros escolares do Chile, o governo de Sebastián Piñera voltou atrás nesta sexta-feira (6) e garantiu autonomia aos professores para usarem a expressão que julgarem mais “conveniente”.

Na última quarta-feira (04), o governo chileno anunciou que a partir do ano letivo de 2012, as crianças do primeiro ao sexto ano usariam a expressão “regime militar” para se referirem à época em que Augusto Pinochet esteve no comando do país de 1973 a 1990.

O ministro de Educação do país, Harald Beyer, afirmou que os professores não precisam “educar com este termo”. “Podem continuar usando a palavra ‘ditadura’ ou aquela que julgares conveniente”, completou.

Beyer ainda se justificou e afirmou que a medida pretende incitar o debate e a discussão “ampla e muito rica”. “Este é o objetivo, desenvolver o pensamento crítico. São bases curriculares. Isto não impõe nenhuma visão sobre os textos escolares”, acrescentou.

Sul 21

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