Palavras Diversas

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Educação superior, intercâmbio e consumo na rede: confirmam ascenção social dos mais pobres

O Brasil que Lula entregou a Dilma é o marco do Novo Brasil que vem transformando a realidade social do país

Uma coletânea de informações animadoras sobre o Novo Brasil e da promoção de oportunidades: as classes C,D e E estão consumindo mais na internet, realizando intercâmbio educacional e representam 43% dos estudantes matriculados nas universidade públicas federais.

Consumo
Do total de consumidores que fizeram sua primeira compra pela internet no primeiro semestre de 2011, 61% eram oriúndos das classes C, D e E.O gasto médio de consumo desta parcela de consumidores foi de R$ 320, um pouco abaixo da média de R$ 355 de todos os compradores.

Os mais pobres consomem onde somente quem tinha mais poder de compra e acesso a internet costumavam consumir.

Esta alta do consumo gera mais empregos e renda, aumenta a arrecadação do governo que pode reinvestir em infraestrutura, por exemplo.
O país conseguiu superar a crise de 2009 apostando no mercado interno, em um chamamento do presidente Lula que pediu ao povo que consumisse com responsabilidade e acreditasse no país.  O Brasil foi o último a entrar no turbilhão da crise e um dos primeiros a sair dela.

Intercâmbio educacional
A nova classe média brasileira conquistou espaço no intercâmbio educacional, segundo matéria publicada hoje na coluna de Guilherme Barros, no Ig:

A classe C, vem ganhando espaço entre os estudantes que fazem intercâmbio no exterior.
De acordo com a IE Intercâmbio no Exterior, 55% de seus clientes são classificados com renda familiar da nova classe média.
“Há dois anos, por exemplo, esse número era bem inferior, em torno de 28%”, diz Patrick Guimarães, presidente da empresa.
Os demais 45% são das classes A e B.
Além do dólar estar em baixa, a possibilidade de parcelamento facilita a viagem da classe C.
A IE mandou para o exterior 5 mil brasileiros somente no ano passado. A expectativa é crescer, em 2011, pelo menos 30%.



Ensino superior
A Rede Brasil Atual publicou estudo da Andifes sobre a origem social dos alunos matriculados nas universidades públicas federais e sobre a procedência de estudantes de escolas públicas ou privadas:

Cerca de 43% dos alunos das universidades federais brasileiras pertencem às classes C, D e E, segundo o estudo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), publicado nesta quarta-feira (3). O levantamento traça as características do alunos que cursam as universidades federais.

…A procedência de escolas públicas ou privadas dividem quase que igualmente o ingresso de estudantes nas universidades federais. O estudo mostra que 44,8% dos alunos que ingressam nas universidades são de escolas públicas, contra pouco mais de 40% que cursaram o ensino médio em escola particular.

Saldo positivo
Estes dados mostram, mais uma vez, o quanto a mobilidade social produzida no Brasil nos últimos oito anos tem produzido resultados satisfatórios e tornando o país mais justo e com oportunidades para a maioria poder ascender socialmente, ter acesso ao consumo de qualildade e a educação pública de nível superior.

Este é o país que precisa ser aprofundado e oferecer mais e melhores chances a sua juventude, ampliando o patamar de investimentos em educação e reduzindo as injustiças sociais gradualmente.

O mundo atravessa um período de incertezas econômicas que abala a confiança no crescimento econômico das principais economias da Europa e dos Estados Unidos e sabe-se o quanto custa a perda deste cenário tão positivo.

O Brasil já viveu um contexto social desolador, de meados dos anos 1980 até o início dos anos 2000, pois mesmo tendo vencido o fantasma da inflação nos anos 1990, ainda era devido ao povo brasileiro condições razoáveis para que ascendessem socialmente os mais pobres e que a distribuição de renda gerasse mais empregos e melhores oportunidades.  O país sofria com o desemprego em massa, arrocho salarial, consequentes taxas de crescimento da economia muito baixos, longos períodos de esatagnação e falta de confiança da população em um futuro melhor, estigmatizando o Brasil, com pessimismo e descrença no presente, como o “país do futuro”.

Estes dados sobre consumo, intercâmbio e educação de nível superior precisam ser comemorados, mas também, superados e aprofundados para garantir a continuidade desta transformação para as gerações atual e vindouras.

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Informação

Publicado em 04/08/2011 por em economia.

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