Palavras Diversas

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Casa arrumada: mais pobres puxam o crescimento da construção civil

Moradia popular em reformas, milhões espalhadas pelo país aquecendo a economia

Com a casa arrumada na economia, famílias mais pobres economizam para reformar suas casas.
Segundo pesquisa divulgada hoje por Data Popular e Clube da Reforma, cerca de 20 milhões de famílias, principalmente do Norte e Nordeste do país, pretendem realizar alguma melhoria em seus lares nos próximos doze meses. 

O crescimento dos gastos com reforma das classes C e DE, entre 2003 e 2010, foi de 40% e 100%, respectivamente, o que revela, mais uma vez, o quanto o governo do presidente Lula conseguiu concentrar seus esforços para ajustar a economia brasileira como um todo, mas mirando para os mais pobres para alcançar os resultados mais significativos.

Esta notícia traz, além de um sentimento de justiça social, mais certeza sobre a oferta de empregos e geração de renda em um setor que emprega bastante e que seu produto se transforma em mais conforto ou a realização de sonhos para o consumidor final: a construção civil.

Somente em maio a indústria da construção civil contratou 33,8 mil trabalhadores, um aumento de 1,15% no nível de emprego na comparação com abril. 

Nos cinco primeiros meses do ano foram criados mais 159 mil empregos, já descontadas as demissões no setor, um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período de 2010, conforme levantamento da SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas.
Em maio quase 3 milhões de pessoas trabalhavam com carteira assinada na construção civil brasileira.

A manutenção dos planos dos mais pobres de reformar ou ampliar suas casas, garante a preservação de empregos e colabora com os bons resultados da economia em geral.

O país inverteu a ordem de grandeza para apontar o crescimento do PIB: são as classes populares que puxam o desenvolvimento econômico nacional. Quem busca liderança de mercado e melhores resultados em sua área de atuação, busca os mais pobres, com cerca de 100 milhões de pessoas com emprego e renda para investir e consumir, para alavancar seus produtos e serviços.

Com informações de R7 e Estadão

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Publicado em 26/07/2011 por em economia.

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