Palavras Diversas

Desde 2010 observando política, mídia e sociedade

O fato da semana: Brasil sólido e o recalque dos "analistas" do contra

À direita, o recalque de setores da imprensa que não aceitam a nova realidade

O recalque da falta do que dizer contra

O grande fato da semana:  O risco Brasil é, pela primeira vez na história, menor que o risco americano.
O índice considera que o Brasil é mais confiável para investidores que o gigante americano que por ventura aplicassem seus recursos financeiros em títulos brasileiros.
Ou seja, a possibilidade de receberem o investimento de volta, hoje, é maior para quem aplicasse em títulos do governo aqui e não para quem aplicasse em títulos americanos.

Era considerado algo impensável até algum tempo atrás.
Se alguém se atrevesse a fazer qualquer prognóstico como este seria ridicularizado, viraria uma grande piada entre economistas, empresários e políticos.
Mas este fato não é uma piada.
Tornou-se real.

Alguns comentários na imprensa foram de dar dó, tentaram a todo custo atribuir a existência do fato ao fracasso do governo Obama em contornar a grave crise que estabeleceu-se por lá desde o segundo mandato de Bush.
Cheguei a ouvir um “especialista” em economia da rádio Sul América Paradiso, no Rio de Janeiro, afirmar, categoricamente que apesar do fato merecer comemoração, isto só teria acontecido porque o risco americano cresceu e não porque o risco brasileiro cedeu. 
Em outras palavras: os americanos erraram, não fomos nós que acertamos…

Ele, com certeza, não informou-se e nem tampouco pesquisou sobre para tecer tal comentário, em acordo com tantos outros mal humorados “analistas econômicos” da imprensa, que quanto mais azedos seus pareceres, melhores as notícias devem ser, de fato, para o país.
O nobre colunista da Sul América Paradiso preferiu, também, desferir um “duro golpe” contra a realidade e desqualificar o mérito brasileiro.



O gráfico demonstra o sucesso brasileiro, confira a evolução acima que sepulta a má vontade da imprensa

Quem viu os gráficos, que acompanham a evolução do risco país de Brasil e EUA ao longo dos últimos doze meses, percebeu, nitidamente, que o risco brasileiro era quatro vezes maior que o americano a um ano atrás.
Quer dizer: os gráficos desmentiram, cabalmente, o “papo de economista” descompromissado com a realidade, que aposta na desinformação de sua audiência para fazer uso político de uma informação clara e objetiva e desqualificar aquilo que não gosta.
Pura torcida contra.
Recalque.

O Brasil deu um “X” em confiabilidade e solidez nos EUA ao longo do último ano.
E também na (in)capacidade de transformar o que é bom em algo duvidoso ou ruim por parte dos mesmos colonizados, porta vozes do contra que se entricheiram em muitos meios de comunicação.
Se estiverem mal humorados e abusando do “mas…” em suas análises, com certeza, a notícia é boa para a maioria.

Leia também:


Anúncios

Deixe aqui seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado em 19/06/2011 por em economia, imprensa conservadora.

Democratização da mídia, apóie!

Seja amigo do Barão!

Digite seu e-mail para seguir este blog e receber notificações de novos posts.

Junte-se a 3.451 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: