Palavras Diversas

Desde 2010 observando política, mídia e sociedade

América Latina e emergentes passam ao largo da crise econômica na Europa ignorando as receitas do FMI

Crise econômica na União Européia: a receita que piora ainda mais o “estado do doente”!

A economia dos países desenvolvidos seriamente ameaçada por “remédios” ainda piores que os sintomas

Enquanto a Europa vê a economia de alguns países ruir, os EUA tropeçarem, desde o fim da era Bush e o Japão enfrentar longo processo de estagnação econômica, piorado pelos desastres naturais recentes, os países emergentes e, especificamente, a América Latina, crescem e enfrentam a crise global sem recorrer aos organismos financeiros internacionais de “pies nas mãos”, suplicando por recursos que impõe uma série de medidas fiscais duras e recessivas.

O que ocorre com a União Européia demonstra que o remédio pode matar o paciente, em vez de curá-lo.
À Grécia impuseram a privatização de todo o seu patrimônio público, como condição básica para um socorro bilionário! 
Os especialistas de mercado sugerem aos legisladores europeus o fim de diversos benefícios sociais dos trabalhadores, o velho discurso de que “é preciso fazer sacrifícios”, sempre e tão somente sacrificando os mais pobres e indefesos…


Os indicadores brasileiros são excelentes, só a imprensa conservadora vê riscos iminentes…


Lula afirmou, com muita propriedade que a esquerda sabe govenar com mais competência:
“Nos disseram repetidas vezes que primeiro é preciso fazer a economia crescer e só depois distribuir a riqueza. Nós demonstramos o contrário: é preciso distribuir a riqueza para que a economia cresça”.
Entre as principais conquistas de seu governo, disse Lula, estão o aumento de 62% do salário mínimo, a geração de 15,3 milhões de empregos formais e a desapropriação de 47 milhões de hectares de terra. Segundo ele, o financiamento agrícola foi duplicado e 45 milhões de trabalhadores tiveram acesso ao sistema bancário, enquanto 28 milhões saíram da pobreza.
“O que custa menos a um governo é gastar dinheiro com os pobres, e mostramos isso ao garantir um salário mínimo a 52 milhões de pessoas, o que fez a economia avançar”, analisou Lula.

Pois é, enquanto isso no mundo “desenvolvido” e “civilizado”, admirado por nossas elites e colonizados, procura resolver seus graves problemas recorrendo, justamente, a doses cavalares daquilo que os atirou ao fundo do poço, a América Latina apostou no reforço do seu mercado interno e na distribuição de renda, preservando direitos.

Os movimentos contrários que surgem na Espanha contra este modelo econômico, que destrói os países e sociedades, que fragiliza ainda mais os mais frágeis e estimula a caça daquilo pouco que restou de garantias de bem estar social, é ignorado pela imprensa nativa e mundial.

Revoltas populares no Velho continente parecem significar algo mais difícil de controlar e combater, Fidel perguntou: “Vão bombardear a Espanha?” Por conta do movimento jovem que repudia o caos econômico e social que assombra um futuro próximo para alguns países europeus e fazendo uma provocação às grandes nações mundiais que ainda hoje atacam a Líbia.

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Publicado em 21/05/2011 por em economia.

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