Palavras Diversas

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PPSDemB: O Frankenstein costurado por Aécio



A imagem símbolo do novo partido costurado por Aécio

Vem aí PPSDemB!

A solução proposta pelos caciques políticos da oposição é criar uma nova sigla que englobaria os três principais partidos da oposição: PSDB, Dem e PPS.  Sob a liderança de Aécio Neves.
Aliás é Aécio quem semeia a idéia e tenta convencer integrantes do seu partido e da filial tucana mais resistente a esta idéia, o Dem.
Com o PPS a fatura está mais do que liquidada e faz tempo…

O curioso é perceber que a proposta de um novo discurso na política brasileira, diferente de tudo que há no cenário brasileiro se construa apenas mudando o nome de partidos velhos e com ideais ultrapassados.  Faça-se justiça, o PPS não tem ideal qualquer, faz o que a matriz (PSDB) dita.

É muito pouco para quem idealiza ser a mudança.
A não ser que mudança em si seja apenas a troca do nome das agremiações, mas continuar patrocinando as mesmas idéias, afinal apenas o suficiente para dar aquela “polidinha” no chassis do carro velho, apresentar como novo e obter aquele precinho “camarada” pra passar adiante.

O Frankenstein
Caso Aécio consiga entubar o Serra, algumas possibilidades do que seria este Frankenstein da politica brasileira.

Qual seria o número do partido? 23, 25 ou 45? Ou uma fórmula em que se somasse tudo, 23+25+45=93 e dividisse por 3=31!
Ou 3+1=4 e a numerologia explicaria, em grande editorial jornalístico o signo do “novo” da política brasileira?

Quem seria o patrono do partido?
ACM, FHC ou Roberto Freire?
Em comum o fato das idéias defendidas por estas pessoas já fazerem parte do obituário político brasileiro, exceto, claro, Roberto Freire que subscreve o que FHC, Serra ou quem mandar no terreno dos tucanos escrever.

Qual seria o gene predominante deste novo ente?
O do Dem que remonta ao PFL, Arena e UDN?
O do PSDB que surge do PMDB, MDB e da geléia geral da política brasileira?
Ou do PPS, que, não sabendo ser quem foi no passado, se contenta em ser o que a matriz (PSDB) diz o que tem que ser?

Oras, é difícil crer que tamanha costura, planejada por Aécio, pretenda vislumbrar o novo.  Não parece crível, não com estes remendos e nomes de sempre do atraso.
Parece servir apenas para abocanhar tempo maior na TV e manter o fundo partidário, de resto, vai tentar um disfarce para engrupir os eleitores brasileiros, afinado com um coro bem ensaiado, dos Jardins, Jardim Botânico e Miami, de que o Brasil presencia o “novo” na política.

De certo apenas que tal arranjo idealizado não passa de um feioso partido-frankenstein…

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Publicado em 17/05/2011 por em politica.

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